
Leirson Luiz
Nascido em uma família carnavalesca do bairro Concórdia, na capital mineira, Leirson Luiz Lourenço sempre teve o samba enraizado em sua vida. Sobrinho de Mestre Conga, grande referência do samba, Leirson cresceu vivenciando os bastidores do G.R.E.S Inconfidência Mineira, fundada pelo seu tio.
Ainda menino, apaixonou-se pelo samba a ponto de trocar os brinquedos por instrumentos musicais. Aos sete anos pediu à mãe, como presente de Natal, um pandeiro e a partir deste momento nunca mais abandonou sua paixão.
Na adolescência passou a frequentar as rodas de samba da capital, especialmente na zona norte de BH, e em trajetória participou de alguns grupos como Partido Mineiro, Realidade e Batuque de União, este último interrompido pela pandemia em 2020.
Com o passar dos anos e observando a dificuldade para se encontrar musicistas que tocassem instrumentos de harmonia, Leirson fez a transição para o cavaquinho e depois para o violão, instrumento que hoje é seu companheiro inseparável.
O grupo Cor da Noite surgiu no final de 2021 do desejo de Leirson Luiz, idealizador do projeto, de retomar a formação do extindo grupo Batuque de União, enriquecendo o trabalho com uma voz feminina.
No terraço da família de Leirson, o grupo deu início a uma roda de samba quinzenal, sem grandes pretensões, divulgando a novidade apenas para familiares e amigos. Em pouco tempo a notícia se espalhou e o sábado de samba no Terraço 81 se tornou o evento mais esperado da região de Frei Leopoldo, no bairro Jaqueline.
Às vésperas de completar três anos, o grupo Cor da Noite lança o seu primeiro single, Sou Nagô, composição de Tibá e Leirson é só felicidade.
“É emocionante porque só a gente sabe a luta que é carregar a bandeira do samba, com todos os preconceitos, com todas as dificuldades, todas as adversidades e a gente conseguir colocar um trabalho nas plataformas digitais significa muito pra mim. Estamos deixando aqui, registrado, um pouco da nossa história.”



Aline Reis
Aline Reis começou a se interessar por música na infância por influência do seu pai. Sempre escutou de tudo e cantarolava em casa durante os afazeres domésticos. Com muita timidez, atendendo a pedidos, também cantava nas festas da família em Belo Horizonte.
O despertar para a prática musical, entretanto, só aconteceu em 2017 quando familiares e amigos decidiram montar um bloco de carnaval, o Arrepia. A paixão pelo projeto foi tamanha que Aline decidiu estudar canto de forma profissional e realizou diversas apresentações como cantora do bloco entre 2018 e 2020.
Além do bloco de carnaval, Aline também fazia pequenas participações com a Banda Batuque de União, da qual seu marido, Leirson, fazia parte. Porém, a pandemia interrompeu as atividades da banda e do bloco de carnaval.
Com o fim da pandemia e a retomada das atividades culturais na cidade, Leirson idealizou um novo projeto de samba, para o qual vislumbrou a esposa como cantora. Aline não só aceitou o desafio como também deu nome a ela. Foi ela quem assertivamente escolheu o nome Cor da Noite para o novo grupo de samba que surgia.
Com muita alegria e responsabilidade, Aline Reis divide com os irmãos de banda a missão de levar o melhor do samba de raiz para o público que frequenta o Terraço 81 e todos lugares onde o grupo Cor da Noite se apresenta.
Aline Reis sonha em ter a música como sua principal atividade profissional, mas não apenas isso. Ela tem consciência da responsabilidade que é defender o samba e através dele levar cultura e conhecimento a todo povo, tendo como instrumento de luta a sua voz, o seu cantar.



Alessandro Santos
Natural de Belo Horizonte, Alessandro Santos desde sempre demonstrou interesse musical. O gosto pela boa música foi influenciado pelo seu pai que era músico e se apresentava em serestas e casas de shows em Belo Horizonte, porém, Alessandro nunca escondeu a sua preferência pelo samba.
Para o cavaquinista, tocar um instrumento é uma das experiências mais prazerosas da vida e, nesse universo do samba, foram os instrumentos harmônicos que sempre tocaram o seu coração. O banjo, por muito tempo foi o principal dono dos seus sentimentos, porém, integrando o grupo Cor da Noite, Alessandro percebeu que se arriscar no cavaquinho poderia ser fantástico.
Pertencer à família Cor da Noite lhe traz para Alessandro o sentimento de pertencimento que reflete na alegria que embala os sambas no Terraço 81 e todas as apresentações do grupo, sempre carregadas de muita emoção.


Leandro Carvalho
A musicalidade de Leandro Carvalho vem do berço. O seu pai, João Felo, era dono de um congado onde tocava violão e sempre incentivou o filho a tocar um instrumento de harmonia. Leandro começou no congado dançando, depois se tornou cacheiro e, finalmente, foi batizado como capitão. Com a partida do seu pai, Leandro se tornou o Primeiro Capitão e hoje é o tesoureiro da sua congada.
No samba, no entanto, foi em seu irmão, João Batera, que Leandro se espelhou. Quando menino, o irmão o levava para as rodas de samba em que tocava e Leandro sempre pegava um instrumento de percussão para brincar. E de tanto brincar de ser músico acabou se tornando percussionista.
O seu primeiro instrumento foi o repique de mão, mas com o tempo foi aprendendo a tocar outros instrumentos e se desenvolvendo cada vez mais na percussão. Leandro diz que a música é um constante aprendizado e que o bom músico é um eterno aprendiz.
Ao longo da sua trajetória como percussionista, Leandro trabalhou com vários artistas e bandas do samba mineiro como Ana Proença, Dóris, Amanda Júlia, Serginho Casa Cheia, Gente da Gente, João Batera, Feijoada Completa, Consulado da Portela, dentre outros. E por onde passou conquistou o respeito e admiração de todos.
Com o Cor da Noite foi amor à primeira vista. Já no primeiro contato, Leandro se encantou com a voz da cantora Aline Reis e a simpatia dos integrantes do grupo. Logo surgiu a oportunidade de visitar o Terraço 81 e tocar com a banda. Era para ser apenas uma participação, mas a afinidade foi tanta que Leandro passou a integrar a banda.
Leandro, que mora no Barreiro, atravessa a cidade para os ensaios semanais com o grupo e para as apresentações quinzenais no Terraço 81, que fica no bairro Jaqueline. Para ele fazer parte da família Cor da Noite é uma alegria imensa.



Roger Neves
Nascido em Belo Horizonte, Roger começou a se interessar pelo samba na adolescência, quando por volta dos 15 anos, conheceu a roda de samba do grupo Nada Mal, que à época tocava num bar em frente à sua casa. Após um ano desse flerte, Roger foi convidado para fazer parte dessa roda, onde permaneceu por alguns anos.
Um tempo depois, um grupo de amigos da Pedreira Prado Lopes convidou Roger para integrar o grupo Arerê, o que lhe rendeu várias oportunidades e convites para participar também de outros grupos como o Sambalaio.
Apadrinhado pelo grupo Fundo de Quintal, o Sambalaio apresentou-se por todo o Brasil e Roger soube aproveitar esta oportunidade. Conheceu e tocou com vários artistas renomados, adquiriu experiência e desenvoltura como artista de grandes palcos, o que explica o seu carisma inconfundível.
Em 2018 Roger entrou para o grupo Batuque de União, onde permaneceu até o encerramento do projeto por causa da pandemia. E foi no Batuque de União que ele estreitou os laços com os amigos que após a pandemia formaram o grupo Cor da Noite.
Atualmente, Roger é o pandeirista do Cor da Noite e, além de músico, atua ativamente na divulgação do projeto. Roger leva o nome do grupo por onde passa e sempre traz gente nova para conhecer a roda de samba que acontece a cada quinze dias no Terraço 81.



Bruno Santos
A música sempre esteve presente na família de Bruno. Ele conta que participou pela primeira vez de uma roda de samba quando era criança e, mesmo sem entender direito aquele sentimento, foi um momento especial e inesquecível.
Mais tarde, aos 13 anos, Bruno percebeu que a música tinha um lugar especial no seu coração. Incentivado pelo primo Rodrigo, já falecido, que lhe mostrou o que é tocar pandeiro de forma inovadora e ousada, Bruno foi se dedicando e aprendendo aos poucos.
Outros instrumentos foram chegando de forma despretensiosa e pouco a pouco conquistando lugar na sua vida, como o surdo e o tantã.
Bruno chegou ao Cor da Noite através do seu tio Alessandro, cavaquinista do grupo, e rapidamente foi integrado à família. Ele não imaginava fazer parte de uma banda e tocar profissionalmente, mas recebeu a missão como uma grande oportunidade de aprendizado e crescimento e assim tem sido.


Localização
O grupo Cor da Noite se apresenta no bairro Jaqueline, em Frei Leopoldo, onde a roda de samba se tornou um evento aguardado.
Endereço
Rua Jornalista Jorge Batista, 81 - Jaqueline
Horário
Aos sábados quinzenais, a partir das 16h.
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